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quinta-feira, 19 de novembro de 2020

O que me ensinou o Rato Borrachudo.

No título, faço referência a um canal do Youtube que leva o nome da personagem Rato Borrachudo.

A proposta do canal, com mais de 12 anos de existência, era apresentar um conteúdo bem humorado sobre tecnologia e games. Público principal adolescentes e jovens (e eu!).

O Rato era interpretado por um jovem chamado Douglas sobre quem pairava uma aura de mistério, pois nunca revelava o rosto, sempre escondido sob uma máscara de rato feita de borracha. Eis o breve resumo de Rato Borrachudo.

Mas o que de bom, além de incontáveis horas de diversão e entretenimento, eu obtive do canal?

A história em que recentemente ele se viu envolvido.

O Youtube tem uma rígida (e questionável) política de direitos autorais e, certo dia, o Rato Borrachudo recebeu uma notificação de que seu canal com mais de uma década de existência e milhões de seguidores, seria apagado do Youtube por ter ferido direitos autorais. O mais absurdo: ele apenas tinha usado dez segundos de imagens feitas por um drone. O youtuber detentor dos direitos da imagem exigia um valor absurdo, na casa das dezenas de milhares de Reais para retirar a reclamação de Direitos Autorais. Caso contrário, o canal Rato Borrachudo seria definitivamente retirado do ar.

Aprendi muito com isso. Na sua vida, você pode tomar todos os cuidados, pode ter uma história irrepreensível, pode seguir todas as regras, pode se dedicar e abrir mão de muitas coisas em prol de uma escolha. Mas certo dia, de repente, inesperadamente, surge alguém e se atenta em um detalhe, uma deslizada, um erro mínimo. E por ganância ou por prazer quer destruir sua vida, sem levar em conta todo o trabalho, esforço, dedicação e empenho que você dispendeu até o momento. Sem dó. Isso é o pior de tudo. Repito: sem dó.

Sabe o que aconteceu? O Rato se reinventou. Mostrou seu rosto em uma live com milhões de pessoas assistindo ao vivo e agora tem um novo canal do Youtube chamado "Eu sou o Douglas". Ah, ele conseguiu um acordo com o oportunista que o assediou e também recuperou o Canal Rato Borrachudo. Agora a personagem interage com o criador nos vídeos.

Alguém sem piedade quer fazer-lhe mal?
Não se entregue. Resista. Reinvente-se, mostre que você se levantará tantas vezes quantas o quiserem derrubar. Como eu, e como o Douglas, seja um Rato Borrachudo e permita-se viver cada dia de cabeça erguida.

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Evite certas pessoas

Ninguém é melhor do que qualquer outra pessoa. Somos todos iguais em nossa constituição.
Contudo, nossa formação, pensamentos e sentimentos variam de pessoa a pessoa e algumas atitudes podem certamente nos fazer mal.
Há alguns tipos de pessoas que devemos evitar. Ainda, temos de nos policiar para não ser um tipo de pessoa a se evitar. Vou descrever alguns:
Primeiro, existe o cara de pau: ele pede ajuda sempre, mas nunca pergunta sequer como foi seu dia. Não está preocupado com você mas sim com o que você pode propiciar a ele.
Tem também o pessimista, um tipo de de pessoa que vai além de questionar, ela só enxerga dificuldades e consegue nos desmotivar por completo.
A pessoa de língua afiada, cujo maior passatempo é falar mal da vida dos outros também deve ser evitada. Se ela fala mal dos outros pelas costas, será que não está neste momento falando de você?
Evite também a pessoa manipuladora, que sempre consegue o que quer. Ela faz elogios, dá presentes, faz carinhos, mas com o único propósito de conseguir algo de você, quer seja um favor, um serviço ou qualquer outra coisa.
A pessoa que explode fácil também não é uma boa companhia, porque não sabemos quando ela pode desabar o mundo inteiro em cima de você.
Ainda existe aquela pessoa tipo juiz, que está sempre com a razão e julgando seus atos e modos.
E, por fim, temos o sádico. Aquele tipo de pessoa que tem prazer na dor alheia. Por motivos óbvios, evite-a.
Conviva com pessoas positivas, que colaborem para sua felicidade e desenvolvimento pessoal.
Que ecoem as palavras de Sigmund Freud: "O caráter de um homem é formado pelas pessoas que escolheu para conviver".


quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Pedindo pra sofrer

Tem gente que realmente pede para sofrer, justamente porque se recusa a enxergar as oportunidades que surgem em suas vidas, quer pequenas, quer grandes. Como se fisgasse um peixe de dois quilos e solta, porque quer pegar um de cinco. E acaba morrendo de fome.
O comércio em minha cidade, Espírito Santo do Pinhal, tem muito disso. Empresários não investem em palestras motivacionais porque acham que seus funcionários têm a obrigação de estarem felizes, afinal "em momento de recessão, eles têm emprego".
Outros não enxergam um palmo à frente do nariz de oportunidades de investir muito pouco e ganhar uma grande divulgação. Esquecem que a alma do negócio, dizem, é a propaganda.
Talvez satisfeitos pelos seus pífios resultados, acreditam que não precisam crescer mais. Empreendedorismo passa longe desses.
Invistam no ser humano, senhor comerciante, senhor empresário, senhor "empreendedor". Em tempos de crise, é este seu melhor investimento. Você não precisa de funcionários, precisa de colaboradores.
Investir em propaganda também faz o negócio prosperar.
Um funcionário motivado, sorrindo, disposto a solucionar os problemas do cliente é um agente positivo, que atrai pessoas, que atrai dinheiro para a empresa.
Agora, se o patrão o trata como detalhe, o cliente para ele também será detalhe e os lucros serão aqueles miseráveis que você está acostumado.
Invista em seu pessoal, dê a eles reconhecimento, condições de trabalho e um sorriso. Eles com certeza darão em troca dedicação, trabalho bem feito e sorriso aos clientes.
Mas alguns pedem para sofrer. A esses, deixo a frase do empresário americano Robert Karch: "Nem todas as empresas precisam investir em qualidade de vida, promoção de saúde ou coisa parecida. Só aquelas que querem ser competitivas no século XXI".