domingo, 9 de outubro de 2016

Sonhou? Agora acorde e faça!

Foi durante um passeio na cidade mineira de Poços de Caldas que conheci o dono de um trailer de lanches, cujo apelido é Pupila.
Até certo momento, Pupila era uma pessoa como outra qualquer: um trailer de lanches, chamando cada um dos turistas que passavam ali em frente para ver o cardápio... exatamente igual aos outros 20 trailers colocados um ao lado do outro.
Mas Pupila me fez entender a verdade na frase do cantor Bob Marley, que disse: "Nossas vidas são definidas por momentos. Principalmente aqueles que nos pegam de surpresa".
O carro chefe do trailer de lanches do Pupila não é um lanche, mas sim o famoso "macarrão na chapa".
Uma macarronada completa, com um molho vermelho e shoyu, um omelete gigante, fora bacon, linguiça, milho entre outros ingredientes.
Mais surpreendente, foi a história deste macarrão.
Tempos atrás, Pupila estava endividado, cobradores fazendo fila no trailer para receber. O sistema nervoso fez surgir uma diabetes e ele, passando mal, resolveu ir para casa descansar.
Durante o sono, sonhou que estava preparando uma macarronada na chapa. Ele acordou e correu para o trailer, preparar uma macarronada na chapa exatamente como havia sonhado. A coisa ficou boa, ele colocou no cardápio a "invenção sonhada" e esta se tornou a principal pedida do povo de Poços. Hoje, ele resolveu o problema das dívidas e tem, além do trailer, mais dois pontos comerciais fixos, onde faz lanches, pizzas e, como não podia deixar de ser, macarrão na chapa.
Vi na história de meu novo amigo Pupila a personificação do que eu sempre tenho escrito: a gente tem que pegar nossos sonhos, acordar e agir para eles se tornarem reais.
Não precisa ser um sonho literal, como aconteceu com Pupila, mas se ficarmos deitados às noites suspirando por anseios e desejos que gostaríamos de ver realizados e quando levantamos, escovamos os dentes e voltamos a nossas vidas medíocres, cheios de lamentações, nunca teremos a chance de vencer.
Pupila me deu ainda outra lição (envolvendo pastel!) mas essa vou deixar para minha próxima postagem. Por hoje, basta o grande exemplo deste sonhador que não fica apenas sonhando. Afinal, "tudo o que um sonho precisa para ser realizado é alguém que acredite que ele possa ser realizado", disse Roberto Shinyashiki.



Macarrão na Chapa: do sonho à realidade

Não é propaganda, é para mostrar que o Pupila existe!


quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Sucesso a palestra no Qualis Mais

Na terça-feira, 4 de outubro, estive em Santo Antônio do Jardim, a convite da enfermeira Carol, para proferir uma palestra abordando "Depressão e Ansiedade" aos inscritos do programa Qualis Mais.
Foi um prazer proferir esta palestra e maior a alegria ao ver a boa repercussão que teve.
Muito bom saber que podemos mudar o mundo com nossas atitudes, não é mesmo?
Estamos à disposição e todos os que quiserem palestras motivacionais, entrem em contato pelo e-mail pc.imprensa@gmail.com.



quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Largue o rato morto!

Peço licença ao escritor e palestrante Roberto Shinyashiki, que foi quem gravou um vídeo sobre isto, mas achei tão incrível que preciso reproduzir aqui no blog.
Um jovem conversava com um sábio e dizia que não entendia por que todas as pessoas implicavam com ele. No serviço, ele procurava fazer o melhor mas todos o criticavam. Em casa, ele tentava agir normalmente, mas sempre brigavam com ele. Enfim, sempre era alvo de críticas, discussões.
O sábio apontou para ele uma situação que acontecia ali perto: havia um camundongo morto e várias aves estavam rodeando o animalzinho.
De repente, uma ave pegou o rato e as outras começaram a agredi-la, desferindo bicadas uma atrás da outra. Ao receber uma bicada mais forte, o pássaro soltou o rato. Outra ave aproveitou e pegou o camundongo morto. Foi então que as aves pararam de bater naquela e passaram agora a agredir a ave que estava com o rato no bico.
Foi então que o sábio ponderou: às vezes, por pequenas coisas, por pequenas questões, por coisas realmente sem valo, implicamos com as pessoas, arrumamos brigas, desentendimentos, contendas.
É preciso soltar o rato morto, deixar para lá coisas que não têm valor. Se alguém não nos cumprimentou não é motivo para brigar com ela, os insultos que recebemos não precisam ser respondidos, não podemos exigir que cada detalhe seja feito da nossa maneira. Deixe o rato morto de lado.
Se entendermos isso, veremos que as pessoas não tomam atitudes contra nós, elas apenas tomam atitudes. Nós é que estamos com o rato morto e por isso achamos que tudo é contra nós.
Dê valor às coisas que importam, procure notar se aquilo que para você é importante realmente ajudará a mudar o mundo.
E eu acrescento a pergunta de Marthin Luther King para concluir: "Não há nada mais trágico neste mundo do que saber o que é certo e não fazê-lo. Que tal mudarmos o mundo começando por nós mesmos?"


terça-feira, 4 de outubro de 2016

Quando o sonho faz mal

É do filósofo e escritor alemão Goethe a frase: "Quando uma criatura humana desperta para um grande sonho e sobre ele lança toda a força de sua alma, todo o universo conspira a seu favor".
Sonhos assim  fazem bem, porque são sonhos a caminho da realização e nada pode dar errado para eles.
Mas qualquer sonho que  fique incubado no íntimo de uma pessoa e não germine por causa de ideias do tipo "é difícil demais", "é impossível", "nunca vou conseguir isso", fazem mal e adoecem a pessoa.
Por muitos anos fiquei preso num lamaçal de tristeza justamente porque tinha sonhos presos dentro de mim que ficaram mofando, apodrecendo e fedendo dentro de mim.
Quando eu tentava fazê-lo sair sempre havia uma voz, quer interna quer externa, dizendo para eu deixar quieto, pois aquilo não era para mim, que apenas outras pessoas poderiam sonhar com aquilo.
O ponto máximo de minha tristeza foi quando a depressão chegou ao ápice e eu fiquei jogado na cama, sem vontade de me levantar, sem querer fazer nada.
Se estava em casa, não queria ir ao trabalho. Se estava no trabalho, não queria voltar para casa. Não via sentido em nada: na religião, no trabalho, na vida familiar. Gostava apenas de ir na Sport Life, o único lugar que ainda me dava uma certa animação, talvez pela endorfina que os exercícios liberam.
Mas minha vida mudou.
Resolvi fechar os ouvidos para todas as bocas, e decidi ser palestrante e lançar meu livro.
Criei este blog (que está chegando às 20 mil visualizações), criei o canal do Youtube "Só Entre Nós", estou fazendo palestras em escolas, entidades assistenciais, para empresas particulares.
Falo de assuntos motivacionais, compartilho minhas experiências e animo as pessoas a tomarem a mesma decisão que eu: AGIR!
Meu livro está sendo concluído e em 2017 estará nas prateleiras das livrarias.
Comigo agora as coisas funcionam de uma forma diferente. Funcionam como disse Eleanor Roosevelt, esposa do ex-presidente norte americano Franklin Roosevelt: "O futuro pertence àqueles que acreditam na beleza de seus sonhos".
E meu sonho de mudar o mundo é de uma beleza ímpar e agora o meu futuro me pertence, porque finalmente consigo enxergar um futuro para mim!

Eu e meu sobrinho Nicolas rumo ao futuro

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Democracia obrigada

Já dizia Nelson Rodrigues que "toda unanimidade é burra". Concordo com ele, pois o complemento da frase é "quem pensa com a unanimidade não precisa pensar".
Vivemos em um Estado de Direito em que enchemos a boca quando dizemos que estamos sob um manto de democracia.
Mas eu sinceramente questiono uma democracia obrigatória como a que vivemos em nosso país.
Vamos comparar: remédios gratuitos é um direito do povo. Pelo que vejo, não é preciso obrigar ninguém a ir correndo no posto para pegar (e brigar) pelo direito de receber até o remédio para dor de cabeça que custa centavos na farmácia. Ninguém se abstém de pegar, ninguém anula o direito ou deixa passar em branco a receita.
Dizem que votar é um direito conquistado a duras penas. Mas o que vejo é um povo apático, que se não fosse obrigado a votar preferia ficar em casa fazendo churrasco. Como é obrigado, ele vota em qualquer um com quem simpatizar ou lhe oferecer benesses.
No caso do direito ao remédio, a pessoa entende que o futuro de sua saúde está em jogo. No caso do voto, a pessoa não vê futuro nenhum, apenas vai lá e se acha um a mais para apertar os botões e cumprir com uma obrigação.
Não acredito em uma democracia obrigada.
Acredito... melhor dizer SONHO em que a Educação do país seja capaz de formar pessoas conscientes. leitores que entendam textos, pensadores, artistas, poetas, pessoas capazes de pensar e sentir, equilibrando a razão e emoção.
Não acredito numa democracia em que crianças fogem da escola, em que professores entregam atestados para escapar de uma classe onde impera o caos. Não dá para crer em uma democracia que maquia o "agir igual" travestindo-o em "direito de escolha".
Essa unanimidade burra não pode nunca ser democracia. Queria um país de pessoas, não de robôs.
Lei de Gerson, busca por interesses, tudo pode ser usado para atingir objetivos.
E vou silenciar agora, deixando ecoar a frase de Mahatma Gandhi: "Estou firmemente convencido que só se perde a liberdade por culpa da própria fraqueza".

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Ansiedade: quando a formiga vira elefante

Disse o filósofo romano Sêneca: "Nada é tão lamentável e nocivo como antecipar desgraças".
O pior é quando nada indica que vai acontecer algo de ruim, mas a mente fica gritando para nós que temos de estar preparados, temos de fazer algo para que não dê errado, temos que agir!
A ansiedade pode se manifestar de maneiras sutis e precisamos estar atentos para não deixá-la comandar nossa vida.
Algumas pessoas vão viajar por dois dias e acabam levando malas e malas de bagagem, na tentativa de prever se em seu destino vai chover, fazer sol, estar frio, calor, nevar, cair um dilúvio. E se pinta uma piscina, uma saída a noite, e se eu conhecer alguém, se for a um jantar romântico? A uma danceteria?
Na praia, a pessoa tem uma farmácia portátil com todos os tipos de remédio, para tratar desde diarreia até uma doença rara sequer estudada pela Medicina.
Até mesmo nós, às vezes nos sentimos incomodados quando somos o primeiro na fila do banco, ou quando numa recepção queremos pegar um salgado e um suco e achamos que todos os olhares estão em cima de nós.
Muitos convivem com a ansiedade e ela não chega a ser um problema até que influa de forma direta em nossas atitudes e decisões.
Deixar de conhecer uma pessoa com medo de falar alguma besteira, deixar de se divertir porque pode acontecer um acidente, querer ir embora de uma festa porque acha que seu perfume está vencido e você não gosta de estar "fedido".
Em casos mais graves, há sintomas físicos, como dores de estômago, diarreia, dor de cabeça. Há o famigerado TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo) que lhe obriga a realizar uma série de "rituais", do tipo abrir e fechar uma gaveta 14 vezes, testar a maçaneta 23 vezes para ver se está fechada a porta.
Casos assim requerem tratamento médico. Um psicólogo e um psiquiatra sabem muito bem o que fazer para tratar desses casos.
Mas em casos mais amenos, a dica é: relaxe! Seja feliz e não deixa pequenas ansiedades e nervosismo estragar algo que pode ser maravilhoso para você! Você é muito maior que isso. Não deixe uma formiguinha virar um elefante e ocupar sua vida!
Finalizo com a frase do professor de Filosofia Osho: "Uma vez que você saiba como relaxar, pela primeira vez a vida começará a acontecer".


quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Palestra no CRAS

Jovens do CRAS e a Assistente Social Nilva
Na quinta-feira, 29 de setembro, estive no Centro de Referência em Assistência Social (CRAS) para palestrar aos jovens e adolescentes sobre drogas e sonhos, uma vertente dentro de minha palestra motivacional "Razão e Emoção - A Poesia como Agente de Equilíbrio da Vida".
Amei o convite da diretora de Promoção Social, Patrícia Alves, para palestrar para eles. Pude falar sobre a importância do bom convívio com os pais, dos perigos de se envolver com entorpecentes e de como devemos tratar nossos sonhos para fazer o mundo ser um lugar melhor. Agradeço também à Assistente Social Nilva, que me recepcionou!