segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Tédio mata. Novidades revivem!

Claro que há pessoas que são extremamente conservadoras a ponto de não querer mudar os hábitos. Levantam-se no mesmo horário, fazem as mesmíssimas atividades, na mesma sequência, ritmo e frequência.
Essas pessoas devem amar a música cotidiano, de Chico Buarque: "todo o dia ela faz tudo sempre igual, me sacode às seis horas da manhã; me sorri com um sorriso pontual e me beija com a boca de hortelã".
Mas convenhamos que não é porque a terra gira em torno de seu próprio eixo que nós também precisamos viver sempre realizando nossos mesmos movimentos.
Inovar tem um papel renovador em nossa vida. Deixar de fazer algo, substituir uma atividade por outra, dizer "olá, como vai?" em vez de "oi", tudo vale para mudar um pouco nossa frequência e, com isso, colocar um pouco mais de  energia em nossa vida.
O tédio é um agente mortífero. A gente perde a vontade de viver quando fica repetindo sempre a mesma coisa, vez após vez. Tornamo-nos previsíveis, chatos, sombrios, más companhias.
Por isso é preciso colocar sempre algo novo em nossa vida: uma nova atividade, um novo emprego, uma nova aventura, um novo desafio, um novo desejo, um novo amor.
Aprender algo que nunca sonhamos em praticar, treinar um esporte que não sabemos sequer as regras, ter o propósito de sorrir para todas as pessoas com quem nos encontrarmos (puxar conversa com alguns desconhecidos).
Criar raízes é muito bom, quando se é uma árvore.
Águias precisam voar. Só assim, livres e altaneiras é que estas aves conseguem ser rainhas, ser majestosas, ser supremas.
Liberte-se! Permita-se! Corte suas raízes e veja que é possível viver de ar e movimento, de inovações e emoções.
E façamos um trato: tome um expresso com chantilly em minha homenagem hoje. Por que? Ora, porque você pode!