segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Vi um gigante sofrer

Em nossa vida social, conhecemos diversas pessoas, das mais diferentes situações, emoções, sensações e comportamentos.
Uns são mais achegados; outros, mais distantes.
Tenho um amigo que é muito boa pessoa: responsável, boa pinta, bom caráter, de confiança, o que chamamos popularmente de "gente fina".
Chama a atenção nele que, devido a seus treinos e dietas bem regrados, este meu amigo virou um gigante: músculos bem definidos, um cara enorme.
Quem o vê todo forte imagina que ele é pau para toda obra, que nada o derruba, que ele sozinho dá conta de todos os recados.
Até que ele sofreu uma imensurável perda em sua vida: a mãe, após um ano de tratamento quimioterápico, sucumbiu à doença.
E eu vi um gigante caindo na tristeza da separação de alguém a quem amava.
Não poderia ser diferente em alguém tão ligado à família, tão ligado à mãe.
E foi nesse momento que vi o gigante sendo amparado pelos amigos.
Vi neste momento a importância daquilo que sempre ensino nos meus textos: temos que lutar para fazer o bem aos outros, pois o mundo nos recompensa.
Meu amigo não estava sozinho, havia muitos ombros para ele, havia muitas mãos estendidas. O bom rapaz, que sempre ajuda os outros, estava agora amparado por muitas mãos.
Façamos nosso melhor para mudar o mundo, para tornar o mundo melhor e para ajudar os outros.
Esta é nossa missão única e exclusiva. Viver em prol do melhor para os outros.
Fazendo assim, tenha certeza, nunca estaremos sozinhos.
Meu amigo em breve estará novamente em pé, com todas as forças, com aquele sorriso e animação que contagiam e nos fazem tão bem!
E esta é uma homenagem a você, grande amigo Parolin, meu treinador Mestre Parola!

Parolin, ao centro, com os amigos Alvinho (esq.) e PC Chiorato (dir.)