segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Minha vida não entrego

Um palestrante norte-americano, ex-combatente que lutou na guerra do Vietnã, relata em suas palestras as agruras que passou enquanto esteve como prisioneiro nas mãos dos vietnamitas.
Segundo ele, havia sessões diárias de espancamento aos prisioneiros e faltava comida. Na verdade, os soldados vietnamitas não tinham comida nem para eles, quanto mais para os prisioneiros.
Foi então que um dia, numa negociação para troca de reféns, ele ganhou sua liberdade e pôde voltar a solo americano. Somente ele sobreviveu à prisão.
Mas o que aquele soldado fez para manter-se vivo? Ele respondeu que foram dois pensamentos que o mantiveram vivo: primeiro, a firme convicção de rever sua esposa e filhos. E o segundo, é que apesar de a morte ser o caminho mais fácil, ele estava convicto que se eles quisessem, os vietnamitas é que teriam de matá-lo, pois ele não iria se entregar facilmente para a morte.
Agora eu assumo para interpretar essa palestra.
Em nossa vida, temos que ter duas convicções para realizar nossos sonhos: a primeira delas é que desejamos mudar o mundo para ele ser melhor para as pessoas que amamos. Quer seja para nossos filhos, esposa, pais, nossos sonhos precisam fazer o mundo melhor.
E nossa segunda convicção é que ninguém, eu repito, NINGUÉM pode fazer você desistir de alcançar suas metas e realizar seus sonhos. Não deixe entrar na sua mente pensamentos negativos de que não vai dar certo. Blinde-se de pensamentos maus e não os deixe tirar o brilho de seus olhos.
Como Gandhi deixou bem claro: "Nas grandes batalhas da vida, o primeiro passo para a vitória é o desejo de vencer".